A inteligência artificial representa uma verdadeira promessa para a investigação clínica, mas o seu valor depende do que a precede. Nesta entrevista em vídeo da Cimeira SCOPE 2026, Mike Wenger, Diretor de Inovação da CRIO, explica por que razão é fundamental que haja primeiro uma forte integração entre as fontes eletrónicas (eSource) e os registos de saúde eletrónicos (EHR), como a IA pode apoiar de forma responsável a qualidade dos dados e a monitorização remota assim que esses processos estiverem implementados, e por que razão a supervisão humana continua a ser essencial para garantir o sucesso.
Leia a entrevista completa para conhecer a opinião de Mike sobre o futuro da recolha de dados em ensaios clínicos.