Estima-se que os patrocinadores gastem 20% do orçamento de um estudo em monitorização. Grande parte desse trabalho destina-se a conciliar dados que já foram documentados, revistos e aprovados.
Num artigo publicado recentemente pela DIA Global, o co-CEO da CRIO, Jonathan Andrus, analisa o que é preciso mudar e quem deve fazer essa mudança para que o setor consiga ultrapassar esta situação.